Ficha científica

Magnésio

Magnésio é um mineral essencial envolvido em centenas de reações metabólicas. Forma química, quantidade de magnésio elementar e objetivo clínico mudam a interpretação de dose, benefício e segurança.

Vitaminas e mineraisRevisão editorial: 16/07/2026

Visão geral

O que é e como funciona

O magnésio participa da função neuromuscular, do metabolismo energético, da síntese de proteínas e da manutenção óssea. Ele está presente em alimentos, suplementos e alguns medicamentos.

“Magnésio” não descreve um único produto: sais diferentes fornecem quantidades distintas de magnésio elementar e variam em absorção e efeito gastrointestinal. Os resultados clínicos precisam ser lidos por condição na matriz abaixo.

Mecanismo

Atua como cofator em numerosas reações, participa do transporte de íons e contribui para função muscular e nervosa.

Onde o sinal é mais claro

Corrigir deficiência é diferente de suplementar pessoas com níveis adequados. Outros usos, como enxaqueca, pressão arterial ou constipação, dependem de formulação e evidência específicas.

Limitações

Resultados de um sal de magnésio não devem ser transferidos automaticamente para outro. O rótulo deve ser interpretado pela quantidade de magnésio elementar.

Protocolos de pesquisa

Formas, doses e duração

Estas faixas descrevem protocolos estudados; não são uma prescrição individual.

01

Forma estudada

Citrato, óxido, cloreto, glicinato e outros sais. Absorção e tolerabilidade variam.

02

Dose usual

A dose depende do magnésio elementar, da formulação e do objetivo estudado; consulte a análise específica.

03

Carregamento

Não se aplica como regra geral.

04

Duração

Varia de uso pontual a vários meses, conforme indicação e estudo.

Relação inversa

Condições e objetivos estudados

Esta matriz é preenchida automaticamente pelas análises publicadas em Condições. A força pertence a cada desfecho e nunca ao suplemento inteiro.

21avaliações visíveis

Condição ou objetivoDesfechoGrauEfeitoEvidência
Enxaqueca3 desfechosFrequência das crisesModerada−2,51 ataquesParticipantes: Subgrupo não informado
Intensidade da dorBaixa−0,88 na escalaParticipantes: Subgrupo não informado
Dias mensais de enxaquecaModerada−1,66 dia/mêsParticipantes: Subgrupo não informado

O magnésio tem uma das bases mais antigas entre os suplementos estudados para prevenção da enxaqueca, com sinais em frequência, intensidade e dias de dor. Entretanto, os ensaios usaram sais diferentes, quantidades diferentes de magnésio elementar e participantes com perfis variados. Diarreia e função renal são questões práticas relevantes. A direção favorável não elimina incerteza sobre formulação, dose individual e resposta de longo prazo.

Dose: Variável entre formulações e protocolos; interpretar pelo magnésio elementar.Duração: Variável entre os ensaios.DOI: 10.1007/s10072-024-07794-0Ver análise completa
Pressão arterial elevada1 desfechoPressão sistólica, diastólica e magnésio sérico.ModeradaFavorável1 estudoParticipantes: 34 ensaios clínicos randomizados, 2.028 participantes.

O magnésio oral reduz de forma consistente a pressão sistólica e diastólica em ensaios duplo-cego controlados por placebo, com efeito pequeno a moderado que já aparece a partir de 300 mg/dia.

Dose: Dose mediana de 368 mg/dia; 300 mg/dia já foi suficiente para elevar o magnésio sérico e reduzir a pressão.Duração: Mediana de 3 meses.DOI: 10.1161/HYPERTENSIONAHA.116.07664Ver análise completa
Saúde cardiovascular1 desfechoPressão arterial sistólica e diastólica.ModeradaFavorável1 estudoParticipantes: 38 ensaios randomizados, 2.709 participantes.

Uma metanálise de 38 ensaios randomizados com 2.709 participantes encontrou redução de pressão sistólica e diastólica com suplementação de magnésio, com efeito bem maior em hipertensos medicados e em pessoas com deficiência de magnésio. Em pessoas normotensas sem deficiência, o efeito não foi estatisticamente significativo — o benefício parece concentrado em quem já tem algum desvio a corrigir.

Dose: 82,3 mg a 637 mg/dia de magnésio elementar, mediana de 365 mg/dia.Duração: Mediana de 12 semanas.DOI: 10.1161/HYPERTENSIONAHA.125.25129Ver análise completa
Constipação1 desfechoAmolecimento das fezes, frequência, cólica, diarreia e eletrólitos quando indicado.BaixaFavorável1 estudoParticipantes: Base mecanística e clínica indireta; menos estudos formais específicos em constipação funcional.

Magnésio pode ajudar por efeito osmótico, puxando água para o intestino e facilitando evacuação. É mais plausível como recurso de curto prazo ou em constipação com fezes ressecadas, não como correção do mecanismo de base. Doença renal, idade avançada, diarreia, arritmias e polifarmácia mudam a margem de segurança.

Dose: Sais e magnésio elementar variam; a forma muda efeito intestinal e tolerância.Duração: Dias a semanas para resposta intestinal.PMID: 34385914Ver análise completa
Diabetes tipo 21 desfechoGlicemia, pressão e lipídios.BaixaMisto ou incerto1 estudoParticipantes: Meta-análise de ensaios clínicos.

Magnésio foi estudado para glicemia, pressão e lipídios em pessoas com diabetes tipo 2. O sinal tende a ser mais plausível quando existe ingestão insuficiente, mas não é uniforme entre sais, doses e perfis renais. Os ensaios medem principalmente marcadores de curto prazo e não provam proteção contra infarto, doença renal, neuropatia ou perda visual. A decisão precisa considerar função renal, medicamentos e a quantidade de magnésio elementar realmente fornecida.

Dose: Sais e doses de magnésio elementar variados.Duração: Semanas a meses.DOI: 10.18295/2075-0528.2848Ver análise completa
Fibromialgia1 desfechoDor, rigidez, sono e fadiga.BaixaMisto ou incerto1 estudoParticipantes: Ensaios clínicos e revisões nutricionais heterogêneos.

Magnésio é estudado por seu papel na função neuromuscular, sono e metabolismo energético. Há sinal possível para dor, rigidez ou sono, mas ensaios e formulações são heterogêneos e não definem uma resposta universal. Citrato, bisglicinato e outros sais não devem ser tratados como equivalentes. Diarreia, função renal e interações devem orientar a decisão.

Dose: O material fornecido cita cerca de 300 mg/dia de magnésio elementar; não é dose individual indicada.Duração: Frequentemente 8 a 12 semanas em testes práticos.DOI: 10.3390/nu17030530Ver análise completa
Insônia1 desfechoLatência do sono e tempo total de sono.BaixaFavorável1 estudoParticipantes: 3 ensaios clínicos randomizados, 151 participantes, em 3 países.

Em idosos, o magnésio oral reduziu em média 17 minutos o tempo até pegar no sono, mas a base de evidência é pequena (3 ensaios) e de qualidade baixa a muito baixa — um achado promissor, ainda não conclusivo.

Dose: Doses orais inferiores a 1 g, até três vezes ao dia, nos estudos incluídos.Duração: Variável entre os ensaios.DOI: 10.1186/s12906-021-03297-zVer análise completa
Níveis adequados de nutrientes1 desfechoSintomas, dieta, função renal, tolerabilidade e contexto metabólico.BaixaMisto ou incerto7 estudosParticipantes: Evidência ampla por função fisiológica, mas não uma indicação universal.

Magnésio é importante para função neuromuscular, sono, metabolismo glicídico e pressão, mas o exame sérico nem sempre reflete estoque corporal. Suplementação pode ser útil quando há baixa ingestão ou perdas, mas função renal e tolerabilidade gastrointestinal determinam segurança.

Prediabetes1 desfechoGlicemia, insulina, resistência à insulina e marcadores cardiometabólicos.BaixaMisto ou incerto1 estudoParticipantes: Meta-análise de ensaios randomizados.

A suplementação de magnésio mostrou sinal possível de melhora em glicemia, insulina ou resistência à insulina em adultos com prediabetes, mas a certeza é limitada. Os estudos diferiram no sal utilizado, na quantidade de magnésio elementar, na duração e no nível basal dos participantes. Pessoas com deficiência podem responder de forma diferente de quem já tem ingestão adequada. Assim, o resultado apoia investigação de contexto nutricional, não uma dose universal para prevenir diabetes.

Dose: Sais e doses diferentes; magnésio elementar deve ser comparado, não o peso total do sal.Duração: Semanas a meses.DOI: 10.1007/s40200-025-01853-9Ver análise completa
Saúde do sono1 desfechoPSQI, ISI, latência, duração e eficiência do sono.BaixaMisto ou incerto1 estudoParticipantes: Ensaios randomizados e estudos de formulações; medidas subjetivas predominam.

Magnésio tem sinal possível em qualidade subjetiva, latência, duração e eficiência do sono, especialmente em idosos ou pessoas com sono ruim. A evidência ainda é heterogênea por forma química, dose, estado basal e combinação com outros ingredientes. Diarreia, função renal e quantidade de magnésio elementar são pontos centrais de segurança.

Dose: Sais e doses variam; interpretar por magnésio elementar.Duração: Semanas, conforme estudo.Effect of magnesium supplementation on primary insomnia in elderly — randomized clinical trialVer análise completa
Saúde menstrual1 desfechoDor menstrual, cólica, uso de analgésico, sintomas musculares e eventos gastrointestinais.BaixaFavorável2 estudosParticipantes: Revisões de práticas nutricionais e dismenorreia; estudos heterogêneos.

Magnésio é plausível para cólica menstrual por modulação neuromuscular, relaxamento e percepção de dor. A evidência não é uniforme, mas o perfil faz sentido em dismenorreia leve a moderada, tensão e sintomas musculares. A resposta deve ser medida por dor, uso de analgésico e tolerabilidade intestinal.

Dose: Formas e magnésio elementar variam; tolerância intestinal limita dose.Duração: Ciclos consecutivos, geralmente semanas a meses.Primary dysmenorrhea: pathophysiology and non-pharmacological management — review 2024Nutritional practices to manage menstrual cycle-related symptoms — systematic review 2024Ver análise completa
Saúde respiratória1 desfechoSintomas, função muscular, tolerância intestinal, função renal e medicamentos.BaixaMisto ou incerto10 estudosParticipantes: Evidência indireta para saúde respiratória; aplicação oral é limitada.

Magnésio tem papel fisiológico na função muscular e pode ter relevância em broncoespasmo em contextos médicos específicos, mas suplementação oral não é tratamento de asma ou falta de ar. Faz sentido principalmente quando há baixa ingestão ou deficiência.

Síndrome das pernas inquietas1 desfechoIRLS, qualidade do sono e excitabilidade neuromuscular.BaixaMisto ou incerto2 estudosParticipantes: Revisão sistemática de suplementos e estudo de randomização mendeliana.

Magnésio mostrou sinal em gravidade dos sintomas e qualidade do sono em revisões de suplementos, e a randomização mendeliana de 2025 oferece plausibilidade adicional. Ainda assim, os ensaios são pequenos, as formas variam e não está claro quem responde. O efeito deve ser lido como possível complemento, não como tratamento principal.

Dose: Principalmente sais orais; comparar magnésio elementar, não peso total do sal.Duração: Semanas em estudos clínicos.Dietary supplements in restless legs syndrome — systematic review 2024PMID: 40895136Ver análise completa
Cefaleia tensional1 desfechoFrequência e impacto da cefaleia; dados diretos insuficientes.Muito baixaMisto ou incerto1 estudoParticipantes: Não há síntese quantitativa confiável para este ingrediente isolado na cefaleia tensional.

Magnésio aparece em literatura sobre cefaleias e em combinações nutracêuticas, mas não há base direta e robusta para afirmar benefício preventivo na cefaleia tensional. Os poucos dados específicos não definem formulação, dose, duração ou população que responda. Evidência em enxaqueca não deve ser transferida automaticamente para outra cefaleia primária. A relação é muito baixa e mista até que ensaios diretos esclareçam a pergunta.

Dose: Não há dose específica de cefaleia tensional sustentada por ensaios clínicos robustos.Duração: Não estabelecida para esta condição.DOI: 10.3390/nu13051631Ver análise completa
Corrida e ciclismo1 desfechoTolerância, função intestinal, sintomas musculares, sono e contexto dietético.Muito baixaMisto ou incerto8 estudosParticipantes: Evidência indireta e heterogênea para performance; plausibilidade maior quando há inadequação.

Magnésio é essencial para função muscular, mas suplementar atletas sem baixa ingestão ou deficiência não mostra melhora consistente de corrida ou ciclismo. Pode ser útil em contextos específicos, mas não deve ser vendido como solução geral para câimbras ou performance.

Desempenho em altitude1 desfechoTolerância, função intestinal, sintomas musculares e segurança renal.Muito baixaNeutro9 estudosParticipantes: Evidência indireta; não específica para altitude.

Magnésio é importante para função neuromuscular, mas não há evidência de que suplementar pessoas sem deficiência melhore desempenho em altitude. Pode ser relevante apenas quando há baixa ingestão, perdas ou indicação separada.

Desempenho no calor1 desfechoTolerância intestinal, função renal, sintomas musculares e ingestão dietética.Muito baixaNeutro10 estudosParticipantes: Evidência indireta; não ergogênico específico de calor.

Magnésio é importante para função muscular, mas não há base para vendê-lo como prevenção geral de câimbras ou queda de performance no calor em pessoas sem deficiência. Pode ser considerado se há baixa ingestão, medicamentos ou contexto clínico.

Redução da dor muscular1 desfechoSintomas musculares, função intestinal, sono, segurança renal e tolerância.Muito baixaNeutro9 estudosParticipantes: Evidência indireta; não específica para DOMS.

Magnésio é importante para função muscular, mas não há evidência suficiente para apresentá-lo como redutor de DOMS em pessoas sem deficiência. Pode ser útil por outro motivo clínico ou nutricional, não como intervenção central de recuperação muscular.

Resistência aeróbica1 desfechoSintomas, função intestinal, sono, segurança renal e tolerância.Muito baixaNeutro10 estudosParticipantes: Evidência indireta; não específica como ergogênico de endurance.

Magnésio é essencial para função muscular, mas suplementar pessoas sem deficiência não mostra melhora consistente de resistência aeróbica. Pode ser relevante quando há baixa ingestão, perdas, medicamentos ou indicação clínica.

Sinusite1 desfechoSintomas, tolerância, função renal e segurança.Muito baixaNeutro11 estudosParticipantes: Evidência indireta e não específica.

Magnésio não é suplemento específico para sinusite. Pode ser relevante em outros contextos, como baixa ingestão ou broncoespasmo sob cuidado médico, mas não deve ser vendido como intervenção para seios da face.

Cãibras musculares1 desfechoFrequência de cãibras e recuperação.ContraditóriaMisto ou incerto2 estudosParticipantes: 13 ensaios (revisão geral) e 4 ensaios, 332 gestantes (revisão específica de gravidez).

Uma revisão sistemática de 13 ensaios encontrou que magnésio reduziu cãibras associadas à gravidez, mas não teve efeito significativo em cãibras noturnas ou persistentes de adultos em geral. Uma metanálise dedicada especificamente a cãibras de perna na gravidez, com 332 gestantes, chegou à conclusão oposta — magnésio não reduziu a frequência de cãibras nem melhorou a recuperação. Essa contradição entre revisões sobre o mesmo público mostra que a evidência está longe de ser consolidada.

Dose: Variável entre estudos.Duração: Variável entre estudos.DOI: 10.1016/j.identj.2026.109488DOI: 10.1016/j.tjog.2021.05.006Ver análise completa

Uso responsável

Segurança e cautelas

Efeitos adversos

Diarreia, náusea e cólicas são os efeitos mais comuns de doses suplementares maiores.

Interações

Pode reduzir a absorção de bisfosfonatos e de antibióticos tetraciclinas ou quinolonas; diuréticos e inibidores de bomba de prótons também podem alterar o estado de magnésio.

Gestação e lactação

Necessidade nutricional e suplementação terapêutica são questões diferentes. Doses suplementares devem ser avaliadas no pré-natal.

Quem exige cautela

Doença renal aumenta o risco de acúmulo. Também é preciso cuidado ao combinar laxantes, antiácidos e suplementos contendo magnésio.

!

ATENÇÃO MÉDICA

Quando procurar orientação

Procure orientação se houver doença renal, diarreia persistente, fraqueza importante, alteração do ritmo cardíaco ou uso de medicamentos que interagem.

Rastreabilidade

Fontes científicas

  1. Meta-análise 2025 — suplementos e prevenção de enxaquecaDOI: 10.1007/s10072-024-07794-0
  2. Magnésio oral e pressão arterial — meta-análise 2016DOI: 10.1161/HYPERTENSIONAHA.116.07664
  3. Suplementação de magnésio e pressão arterial — revisão sistemática e metanálise dose-resposta de ensaios randomizadosDOI: 10.1161/HYPERTENSIONAHA.125.25129
  4. Chronic constipation, motility and fluid/electrolyte transport — review 2021PMID: 34385914
  5. Magnésio e controle cardiometabólico no diabetes tipo 2 — meta-análise 2025DOI: 10.18295/2075-0528.2848
  6. Antonelli A, et al. Management of Fibromyalgia: Novel Nutraceutical Therapies Beyond Traditional Pharmaceuticals — 2025DOI: 10.3390/nu17030530
  7. Magnésio oral para insônia em idosos — revisão sistemática e meta-análise 2021DOI: 10.1186/s12906-021-03297-z
  8. NIH Office of Dietary Supplements. Nutrient Recommendations and DatabasesNIH Office of Dietary Supplements. Nutrient Recommendations and Databases
  9. Institute of Medicine. Dietary Reference Intakes: Applications in Dietary AssessmentInstitute of Medicine. Dietary Reference Intakes: Applications in Dietary Assessment
  10. Institute of Medicine. Dietary Reference Intakes: A Risk Assessment Model for Establishing Upper Intake Levels for NutrientsInstitute of Medicine. Dietary Reference Intakes: A Risk Assessment Model for Establishing Upper Intake Levels for Nutrients
  11. Reference intervals for vitamins and micronutrients in adults — estudo de intervalos laboratoriais 2024Reference intervals for vitamins and micronutrients in adults — estudo de intervalos laboratoriais 2024
  12. Micronutrient excess and toxicity: implications of supplements and food fortification — revisão 2019Micronutrient excess and toxicity: implications of supplements and food fortification — revisão 2019
  13. World Health Organization. Healthy diet — fact sheetWorld Health Organization. Healthy diet — fact sheet
  14. Harvard T.H. Chan School of Public Health. Vitamins and MineralsHarvard T.H. Chan School of Public Health. Vitamins and Minerals
  15. Magnésio oral em adultos com prediabetes — meta-análise 2026DOI: 10.1007/s40200-025-01853-9
  16. Effect of magnesium supplementation on primary insomnia in elderly — randomized clinical trialEffect of magnesium supplementation on primary insomnia in elderly — randomized clinical trial
  17. Primary dysmenorrhea: pathophysiology and non-pharmacological management — review 2024Primary dysmenorrhea: pathophysiology and non-pharmacological management — review 2024
  18. Nutritional practices to manage menstrual cycle-related symptoms — systematic review 2024Nutritional practices to manage menstrual cycle-related symptoms — systematic review 2024
  19. Respiratory health, breathing techniques and exercise performance — reviewRespiratory health, breathing techniques and exercise performance — review
  20. Association between physical activity in daily life and pulmonary function in adult smokersAssociation between physical activity in daily life and pulmonary function in adult smokers
  21. Physical activity and pulmonary function — prospective/observational evidencePhysical activity and pulmonary function — prospective/observational evidence
  22. Smoking, respiratory symptoms and COPD risk — respiratory cohort evidenceDOI: 10.1164/rccm.200607-896OC
  23. Diet, allergy and respiratory health — overview of systematic reviewsDOI: 10.1111/all.12800
  24. Metabolic comorbidities and pulmonary function — observational evidenceMetabolic comorbidities and pulmonary function — observational evidence
  25. Inspiratory muscle training and athletic performance — meta-analysisPMID: 22836606
  26. Respiratory muscle training in athletes — review 2025DOI: 10.3389/fspor.2025.1632207
  27. World Health Organization. Healthy diet — fact sheetWorld Health Organization. Healthy diet — fact sheet
  28. Weight regulation, metabolic health and respiratory mechanics — reviewWeight regulation, metabolic health and respiratory mechanics — review
  29. Dietary supplements in restless legs syndrome — systematic review 2024Dietary supplements in restless legs syndrome — systematic review 2024
  30. Micronutrients and risk of restless legs syndrome — Mendelian randomization 2025PMID: 40895136
  31. Nutracêuticos e cefaleia tensional com ou sem alteração do sono — revisão 2021DOI: 10.3390/nu13051631
  32. Strength training and endurance performance — umbrella review 2025PMID: 40153564
  33. Training periodization, methods and intensity distribution in endurance runners — revisãoTraining periodization, methods and intensity distribution in endurance runners — revisão
  34. Intensity distribution and endurance performance — revisão em HeliyonIntensity distribution and endurance performance — revisão em Heliyon
  35. Physiological and performance adaptations to interval training in endurance-trained cyclists — systematic review and meta-analysisPhysiological and performance adaptations to interval training in endurance-trained cyclists — systematic review and meta-analysis
  36. Strength training and endurance performance — umbrella review 2025Strength training and endurance performance — umbrella review 2025
  37. Strength training for endurance athletes: theory and applicationStrength training for endurance athletes: theory and application
  38. Heavy strength training in well-trained female duathletes — randomized trialHeavy strength training in well-trained female duathletes — randomized trial
  39. Concurrent training: a meta-analysis examining interference of aerobic and resistance exercisesConcurrent training: a meta-analysis examining interference of aerobic and resistance exercises
  40. Altitude exposure, acclimatization and endurance performance — revisão 2024PMID: 38107789
  41. Physiological responses to acute altitude exposure — revisão clássicaPMID: 9298550
  42. Ventilatory and hematological responses to altitude exposure — revisão 2026PMID: 41569273
  43. Effect of altitude on exercise performance — meta-analysis 2018PMID: 29220311
  44. Effect of hypoxia on short-duration exercise performance — review/meta-analysisPMID: 28451905
  45. Repeated sprint ability and team-sport performance at altitude — reviewRepeated sprint ability and team-sport performance at altitude — review
  46. Live high–train low and altitude training adaptations — narrative review 2023Live high–train low and altitude training adaptations — narrative review 2023
  47. Iron status, erythropoiesis and altitude training — reviewIron status, erythropoiesis and altitude training — review
  48. Health risks of altitude exposure and hypoxia in athletes — review 2022Health risks of altitude exposure and hypoxia in athletes — review 2022
  49. Exercise performance in the heat: physiological responses and limitations — Physiological ReviewsDOI: 10.1152/physrev.00038.2020
  50. Heat, hydration and endurance performance — review 2018DOI: 10.1007/s40279-018-1033-y
  51. Heat acclimation and exercise performance — meta-analysis 2019Heat acclimation and exercise performance — meta-analysis 2019
  52. Heat acclimation adaptations and exercise performance — review 2024DOI: 10.1007/s42978-023-00263-8
  53. Heat acclimation improves exercise performance — controlled studyDOI: 10.1152/japplphysiol.00495.2010
  54. Heat acclimation in women and exercise performance — meta-analysis 2024PMID: 39762944
  55. Consensus recommendations for training and competing in the heat — BJSM 2015Consensus recommendations for training and competing in the heat — BJSM 2015
  56. Hydration strategies for exercise in the heat — practical reviewHydration strategies for exercise in the heat — practical review
  57. Cooling strategies for athletes in hot environments — overview 2017Cooling strategies for athletes in hot environments — overview 2017
  58. Heat alleviation strategies for athletic performance — reviewDOI: 10.3928/19425864-20201002-01
  59. Delayed onset muscle soreness and recovery interventions — preprint/reviewDelayed onset muscle soreness and recovery interventions — preprint/review
  60. Delayed onset muscle soreness: mechanisms and recovery strategies — reviewDelayed onset muscle soreness: mechanisms and recovery strategies — review
  61. Physical therapies for delayed onset muscle soreness — umbrella review 2025PMID: 40120073
  62. Nutritional interventions after exercise-induced muscle damage — umbrella review 2024PMID: 37460208
  63. Branched-chain amino acids and exercise-induced muscle damage — meta-analysis 2024PMID: 38625669
  64. Creatine supplementation and exercise-induced muscle damage — meta-analysis 2021PMID: 33631721
  65. Effect of stretching on delayed-onset muscle soreness — systematic review/meta-analysisEffect of stretching on delayed-onset muscle soreness — systematic review/meta-analysis
  66. Recovery strategies for exercise-induced muscle damage — narrative review 2026Recovery strategies for exercise-induced muscle damage — narrative review 2026
  67. Cooling and recovery strategies in athletes — practical reviewCooling and recovery strategies in athletes — practical review
  68. Endurance training: physiological adaptations and performance determinants — reviewPMID: 10870864
  69. Training intensity and VO₂max adaptations in endurance athletes — review 2024DOI: 10.1139/apnm-2023-0603
  70. Lactate threshold and endurance performance — reviewPMID: 9219214
  71. Physiological determinants of endurance performance in elite athletes — scoping review 2023PMID: 37178349
  72. High-volume low-intensity training and aerobic adaptations — study 2024High-volume low-intensity training and aerobic adaptations — study 2024
  73. Training intensity distribution and endurance performance — reviewTraining intensity distribution and endurance performance — review
  74. Polarized training and endurance athletes — review/studyPolarized training and endurance athletes — review/study
  75. Pyramidal to polarized training sequence in well-trained runners — trialPyramidal to polarized training sequence in well-trained runners — trial
  76. Heavy strength training and endurance performance in trained duathletes — randomized studyHeavy strength training and endurance performance in trained duathletes — randomized study
  77. Chronic rhinosinusitis: inflammatory mechanisms and clinical heterogeneity — reviewChronic rhinosinusitis: inflammatory mechanisms and clinical heterogeneity — review
  78. Chronic rhinosinusitis: definition, phenotypes and treatment concepts — reviewPMID: 30345822
  79. Endotypes of chronic rhinosinusitis: type 1, type 2 and type 3 inflammation — reviewEndotypes of chronic rhinosinusitis: type 1, type 2 and type 3 inflammation — review
  80. Epithelial barrier, microbiome and biofilms in chronic rhinosinusitis — reviewPMID: 35245537
  81. Unified airway disease and comorbidities in chronic rhinosinusitis — reviewPMID: 30509346
  82. Type 2 chronic rhinosinusitis with nasal polyps: mechanisms and biologics — review 2025PMID: 40672703
  83. Chronic sinusitis/rhinosinusitis: diagnostic criteria and clinical approachChronic sinusitis/rhinosinusitis: diagnostic criteria and clinical approach
  84. Chronic rhinosinusitis: diagnosis and management — AAFP 2023Chronic rhinosinusitis: diagnosis and management — AAFP 2023
  85. Chronic rhinosinusitis management and quality of life — reviewChronic rhinosinusitis management and quality of life — review
  86. Physical activity and pulmonary/airway health — observational evidencePhysical activity and pulmonary/airway health — observational evidence
  87. O papel dos eletrólitos em síndromes de dor muscular — revisão sistemática e metanálise com implicações para disfunção temporomandibularDOI: 10.1016/j.identj.2026.109488
  88. Efeito da suplementação oral de magnésio no alívio de cãibras nas pernas durante a gravidez — metanálise de ensaios randomizadosDOI: 10.1016/j.tjog.2021.05.006