Mecanismo
Doa grupos metil via BHMT, reduz homocisteína, atua como osmólito celular e pode influenciar hidratação intracelular e metabolismo hepático.
Ficha científica
Betaína, ou trimetilglicina, participa da metilação e pode reduzir homocisteína. Também aparece em performance, composição corporal e saúde hepática, mas efeitos práticos variam e doses altas podem alterar colesterol em alguns estudos.
Visão geral
Betaína, também chamada trimetilglicina, é encontrada em alimentos como beterraba, espinafre, trigo e frutos do mar. No organismo, funciona como osmólito e doadora de grupos metil, especialmente na conversão de homocisteína em metionina.
Como suplemento, é estudada em homocisteína, função hepática, hidratação celular, força, potência e composição corporal. A evidência mais direta é a redução de homocisteína; os resultados esportivos são mais variáveis.
Doa grupos metil via BHMT, reduz homocisteína, atua como osmólito celular e pode influenciar hidratação intracelular e metabolismo hepático.
Estudada em homocisteína elevada, esteatose/metabolismo hepático, força, potência, composição corporal e hidratação celular.
Reduzir homocisteína não garante automaticamente redução de eventos cardiovasculares. Estudos esportivos são heterogêneos.
Protocolos de pesquisa
Estas faixas descrevem protocolos estudados; não são uma prescrição individual.
Betaína anidra, trimetilglicina em cápsulas/pó e betaína HCl, que é outra indicação e deve ser separada editorialmente.
Estudos de homocisteína usam frequentemente 3 a 6 g/dia; performance costuma usar doses próximas de gramas, não microdoses.
Não há carregamento padrão.
4 a 24 semanas em estudos de homocisteína; semanas em performance.
Relação inversa
Esta matriz é preenchida automaticamente pelas análises publicadas em Condições. A força pertence a cada desfecho e nunca ao suplemento inteiro.
1avaliações visíveis
| Condição ou objetivo | Desfecho | Grau | Efeito | Evidência |
|---|---|---|---|---|
| Força e potência1 desfecho | Força máxima, potência, salto vertical e resistência muscular. | Baixa | Misto ou incerto | 1 estudoParticipantes: 17 estudos, 317 participantes. |
A suplementação crônica de betaína (pelo menos 7 dias) mostrou efeito favorável para força máxima, principalmente de membros inferiores, e para salto vertical após exclusão de um estudo de baixa qualidade. Não houve efeito significativo para força de membros superiores, potência em sprint de ciclismo, potência no supino ou resistência muscular. Dose: Doses crônicas por pelo menos 7 dias; protocolos variam entre estudos.Duração: A partir de 7 dias de suplementação contínua.DOI: 10.1080/02640414.2024.2423578Ver análise completa → | ||||
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Uso responsável
Pode causar náusea, diarreia e odor corporal. Alguns estudos observaram pequeno aumento de LDL/colesterol total.
Cautela com doença renal, dislipidemia, medicamentos cardiovasculares e combinação com altas doses de colina, folato ou B12.
Usar apenas com orientação, especialmente em doses de gramas.
Cautela em colesterol alto, doença renal, distúrbios de metilação tratados e uso de betaína HCl por gastrite/refluxo.
ATENÇÃO MÉDICA
Procure orientação se tiver homocisteína elevada, doença cardiovascular, LDL alto, doença renal, gestação ou sintomas gastrointestinais persistentes.
Rastreabilidade